Entre os brazucas, o meia teve a melhor colocação. Nono lugar. No entanto, antes desse mega evento, ele passou pelo Fulham, da Inglaterra e um time italiano. Hoje o jogador tem contrato com o Pedra Branca, ex-time de Paulo Cesar Carpeggiani, no Rio Grande do Sul.
BRdaBase: Antes de participar do Nike "A Chance" você jogava onde?
Eu jogava no Juventus, de São Paulo. Fiquei todo ano de 2010 por lá. Em 2008, passei por lá também. No ano seguinte fui para o Fulham, da Inglaterra. Depois voltei. Fiz minha base no Corinthians, dos cinco aos 12 anos e depois joguei na Portuguesa, também.
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| Mauro passou pelo Fulham, da Inglaterra |
BRdaBase: Como surgiu a oportunidade de atuar no Fulham e porque não deu certo?
Uma advogada amiga da minha mãe (dr. Jacira) fazia projetos em clubes de fora e arrumou um teste lá.
Fui pra base como um "teste" mais cheguei a treinar com profissional e tudo. Acabou não dando certo porque não tenho passaporte comunitário em mãos. Fiquei lá por três meses.
BRdaBase: Como são as instalações do time inglês?
Lá eles não trabalham com alojamentos. É como se fosse um intercâmbio. Ficamos em casas de famílias e sempre tem táxi pra buscar e levar para os treinos. Lá tem cerca de sete campos e o profissional treina no mesmo centro de treinamento. Tinha só eu de brasileiro.
BRdaBase: Tem vontade de retornar?
Sim.
BRdaBase: Viu diferença do futebol de lá para com o futebol brasileiro?
Muita. Como principal, cito a organização. Sempre muito profissionais tanto jogadores quanto comissão técnica, horários seguidos à risca. Uniformes são os próprios jogadores quem tomam conta. Acho que o Brasil esta melhorando, mas ainda distante de como tudo é lá.
BRdaBase: Além do Fulham, tu chegou a jogar na Itália também, como foi?
Então, fiquei na Itália durante um mês também no ano de 2009, mas não deu certo também pelo problema da documentação. Eu treinei no Rosignano, time da série D, que fica na região da Toscana.
BRdaBase: O que você acha de brasileiros que saem cada vez mais cedo do país?
Eu sou contra e a favor Sou contra porque acho que o Brasil perde muitos atletas de qualidade sem nem saber quem são, acho que isso devia ser mais valorizado. E sou a favor porque os jogadores precisam ter oportunidades como aqui não tem muitas, quando surgem tem que se aproveitá-las.
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| Sendo entrevistado por uma TV na Inglaterra |
BRdaBase: Como são as instalações do time inglês?
Lá eles não trabalham com alojamentos. É como se fosse um intercâmbio. Ficamos em casas de famílias e sempre tem táxi pra buscar e levar para os treinos. Lá tem cerca de sete campos e o profissional treina no mesmo centro de treinamento. Tinha só eu de brasileiro.
BRdaBase: Tem vontade de retornar?
Sim.
BRdaBase: Viu diferença do futebol de lá para com o futebol brasileiro?
Muita. Como principal, cito a organização. Sempre muito profissionais tanto jogadores quanto comissão técnica, horários seguidos à risca. Uniformes são os próprios jogadores quem tomam conta. Acho que o Brasil esta melhorando, mas ainda distante de como tudo é lá.
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| Mauro em um dos treinamentos no Brasil |
BRdaBase: Além do Fulham, tu chegou a jogar na Itália também, como foi?
Então, fiquei na Itália durante um mês também no ano de 2009, mas não deu certo também pelo problema da documentação. Eu treinei no Rosignano, time da série D, que fica na região da Toscana.
BRdaBase: O que você acha de brasileiros que saem cada vez mais cedo do país?
Eu sou contra e a favor Sou contra porque acho que o Brasil perde muitos atletas de qualidade sem nem saber quem são, acho que isso devia ser mais valorizado. E sou a favor porque os jogadores precisam ter oportunidades como aqui não tem muitas, quando surgem tem que se aproveitá-las.










